Como estão as propostas no turismo?
Propriedade pública no turismo ... bem, eles são um rolo, mas fazem sentido. Basicamente, o governo não pode estar dando contratos com o dedo, então montando um processo para que todos tenham a mesma chance (ou pelo menos isso deve). O esquema é quase sempre o mesmo: primeiro, a entidade decide o que precisa (transporte, guias, hotéis, o que for), depois publique os requisitos e depois revise o que vem a eles e, no final, eles dão o contrato a quem você é o melhor bloqueio. Simples, mas não muito.
A primeira parte é que o rolo de "preparação", onde a entidade pública fica ao pensar: "Que narizes precisamos?" Eles fazem uma lista, montam um documento (a famosa folha ... que geralmente tem mais impressão do que um seguro barato), e lá eles colocaram o último detalhe. Se você pular, esqueça de ganhar.
Depois vem a parte da "publicação". Ou seja, eles liberam em todos os lugares: sites oficiais, boletins, às vezes até em um jornal que ninguém lê. A ideia é que todos descobrirem. Funciona? Depende. Mas bem, é o que existe.
Quando as propostas finalmente chegam, a fase de avaliação começa. É aí que você tem que colocar as baterias. Eles olham para tudo: experiência, preços, se a empresa parecer séria ou fudge ... se você tiver sorte e todo o bloco, eles podem escolher você. Caso contrário, continuar tentando.
A última reviravolta é o prêmio. Basicamente, eles dizem "você ganha" e assume o contrato. Ou outro pega e choram para casa. O mesmo acontece com as coisas.
Obviamente, se você quiser entrar neste mundo, é melhor absorver as regras e a lei, porque cada país tem suas histórias e, se você pular um passo, elas não o olharão. E tenha cuidado, isso não é apenas enviar papéis: você precisa ter uma estratégia, saber onde conseguir, preparar propostas que moem e, acima de tudo, para não se desesperar. Pode ser a bomba para crescer e pegar bons contratos, mas também é uma tremenda bagunça. Portanto, paciência, cabeça fria e, acima de tudo, não se esqueça de ler as letras pequenas.